domingo, 2 de outubro de 2011

As pessoas não são formigas

 
No Metrô,
vejo escorrer
(no rosto
lento e calmo
sorridente e não disfarçado)
uma lágrima
no rosto da menina.
 
 
LM

2 comentários:

Raul Macedo disse...

Percebi mudanças no poema ao longo do tempo hehe. O poema diz muito em silêncio, como a lágrima no estrídulo do Metrô. O título também diz muito.
Abraços

Lauro Marques disse...

Sim, entre parêntesis. Obrigado pela leitura atenta. Abraços